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Por que o Oriente Médio sempre foi um foco de tensões?
No Oriente Médio, região que foi o berço do monoteísmo judaico, cristão e muçulmano, a religião, o nacionalismo e a política sempre causaram conflitos. Após os imperialismos mesopotâmico, persa, macedônico e romano, chegaram os árabes e os turcos com sua fé em Alá. Na Idade Moderna, a região ficou submetida ao Império turco otomano, domínio que terminou com a Primeira Guerra Mundial. Mas a independência dos vários países ainda estava distante: Grã-Bretanha e França assumiram o controle e dividiram a região, alimentando o nacionalismo árabe. Os interesses emancipacionistas avançaram e, em 1945, o nascimento da Liga Árabe sinalizou uma possível união entre as diferentes nações muçulmanas. Paralelamente, com o objetivo de estabelecer um "lar nacional judeu na Palestina", os judeus organizavam um amplo movimento sionista, que culminou com a criação do Estado de Israel, após a Segunda Guerra. Os conflitos entre judeus, palestinos e países árabes vizinhos se multiplicaram, causados por velhos motivos religiosos e territoriais e por novos, ligados ao petróleo e ao fundamentalismo. O Oriente Médio tornou-se uma das áreas mais tensas do mundo.


   Nesta matéria
O Estado de Israel
O problema palestino e as primeiras guerras árabe-israelenses
A terceira e a quarta guerra árabe-israelense
Início do processo de paz
Conflitos entre países árabes
A Guerra do Golfo
O fundamentalismo islâmico
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